Protegendo-se da culpa - parte 5


4. A confissão de culpa
Presbítero Heverton Agnelli


(Sl 51) O que temos aqui é o que aconteceu depois do confronto entre Davi e o profeta Natã. Davi foi humilhado e confrontado com a gravidade de sua maldade. O que um homem diz a Deus num momento desse? Como lida com o terrível estado de alma em que se encontra?

O caminho para a liberdade. Davi assume responsabilidade total pelo pecado.

Tudo começa com a assunção da culpa. Muitos de nós somos mestres em transferir a culpa. É um impulso natural do ser humano, e logo aparecen os bodes expiatórios.

Mas Davi não fez isso. Se você ler todo o salmo 51, encontrará repetidamente os pronomes pessoais: eu, me, mim, meu. Vejo o começo do salmo (51.1-3).

Não há nenhuma dúvida de quem é a culpa, há? Embora, hoje o que encontramos é pessoas que procuram culpados em vários lugares, menos nele mesmo. Acusam a sociedade, os políticos, a policia, a mídia, o estresse e até uma infância infeliz, mas são incapazes de confessar que a culpa está neles. Carregamos bodes para expiar a nossa culpa, com a idéia de que um dia estaremos livre dela, mas a verdade é que o ponto de partida é a confissão dos erros. Muitas vezes, o que fazemos também é tentar minimizar o pecado. Outro erro que cometemos, imaginamos que ao fazer vista grossa ao erra estamos ajudando a resolver a situação, muito pelo contrário somente a agravamos mais.

Dirija a confissão a Deus (Sl 514). Depois de reconhecer a realidade do pecado o segundo passo é voltar-se para Deus. Davi reconhecia que a raiz de todo o pecado, da menor ofensa ao assassinato, era um insulto a Deus. Antes de fazer alguma vítima, o pecado já fui um ultraje à pessoa de Deus, que estabeleceu leis para nos guiar. É por isso que, quando se trata do perdão, também é somente Deus que pode liberar. Ninguém, senão Ele, pode nos redimir. Se você pecar contra mim, posso lhe perdoar, mas não posso remover sua culpa. Não posso lhe dar esse nível profundo de perdão, porque não posso remover a ofensa contra o Senhor. Apenas Ele pode fazer isso. Faça como Davi, reconheça seu pecado e dirija a sua confissão a Deus.

Para refletir:
Você tem facilidade de reconhecer seus erros?

Palavra do Poderoso Deus:
DEUS não quer filhos perfeitos, quer filhos que reconheçam suas falhas e erros. Pois, como um Pai seu desejo é de olhar pra nós e dizer: “Perdoados estão os seus pecados, entra para o gozo do teu Deus”.

Protegendo-se da culpa - parte 4


3. A acusação da culpa
Presbítero Heverton Agnelli

(2ºSm 12.1-7) O texto relata que a voz de Deus veio a um homem chamado Natã. Um profeta do morava lá no palácio. E agora era o enviado de Deus para confrontar o pecado e a corrupção no nível político mais elevado. Era uma missão difícil para Natã, mas fazia parte de seu dever.

Como alguém confrontaria o rei? Nata atingiu seu objetivo de maneira muito inteligente. Contou a Davi a história dele mesmo, o rei, mas de forma indireta, mudando personagens e cenários.

O rei Davi ouvia tudo com muita atenção, estava entretido pela narrativa – pois, para ele, era apenas isso, uma história. Ele jamais poderia prever o entrelaçamento no clímax da história. Não conseguiu associar a história ao que havia cometido e sem perceber atribuiu a história um julgamento que ele mesmo merecia. Sem pensar disse a Natã: “Juro pelo nome do Senhor que o homem que fez isso merece a morte!”(2ºSm 12.5).

É nesse momento que Natã, encorajado pelo Senhor e debaixo de sua autoridade, aponta seu dedo no rosto do rei e diz: “Você é esse homem!”.

Foi um momento crucial quando a verdade veio a tona. Imagine, deve ter sido uma apunhalada no coração de Davi, uma humilhação publica. E, de certa forma também deve ter sido um alívio.
Agora a situação estava exposta. Pelo menos a dissimulação, o segredo, a mentira haviam acabado. A solidão do segredo era pior do que o peso da acusação. Agora haveria repercussão pública, mas isso para Davi era até fácil de ser aceito. Já estava mais do que na hora de pôr a casa em ordem.

Para livrar Davi da culpa Deus enviou um acusador. Quando a acusação parte do Senhor o arrependimento é quase certo e o perdão um reflexo dessa decisão. Livre-se de sua culpa, entregue-a à Deus!

Para refletir:
O tolo morre com a culpa, o inteligente espere ser acusado, mas o sábio confesse antes que alguém o acuse e se arrepende, você é quem?

Palavra do Poderoso Deus:
A confissão abre a porta da prisão criada pela culpa, o arrependimento quebra as correntes e Deus cicatriza as feridas. Liberte-se agora!

Protegendo-se da culpa - parte 3


2. A agonia da culpa
Presbítero Heverton Agnelli

Quando o estrago esta feito e a culpa se instala, nosso primeiro impulso é o silêncio (Sl 32.3).
O que mais existe em tempos de culpa, a não ser o silêncio? Não queremos contar nada às pessoas, nem mesmo aos mais íntimos. Não podemos falar com Deus se permanecemos no erro (Sl 66.18). Viver com a culpa não foi fácil para Davi, um homem acostuma em se aconselhar com Deus. Agora um abismo de silêncio se estendia entre eles. O homem segundo o coração de Deus encontrava-se exilado. O único som que se ouvia agora era os de gemidos, sua alma estava sofrendo e sua saúde começou a ser afetada com isso.
Davi um Rei, acostumado a dar ordens, a governar e comandar. Mas que não tinha forças para governar a própria consciência. Foi apanhado pela culpa. O pesar o dominou, esgotando suas forças e vitalidade, roubando lhe o louvor dos lábios e a dança do corpo. Só conhecia a canção do sofrimento.
O rei passou um ano vivendo exilado das pessoas e de Deus. Carregava um segredo insuportável, mas não conseguia contar. Davi, por natureza um homem aberto e transparente, teve de enfrentar agonias que jamais encontrara antes.
Finalmente, Deus alcançou o mundo de Davi para oferecer uma saída. Providenciou um meio profundamente amoroso e terrivelmente doloroso. Enviou um acusador.

Para refletir:
Você evita pessoas ou certos assuntos porque esta agoniado pela culpa?

Palavra do Poderoso Deus:
Para nos livrarmos da culpa teremos que ser confrontados por Deus. Vai doer, vai trazer vergonha, mais junto com isso vai nos provocar arrependimento e alcançaremos perdão.

O que significa carregar a cruz - Pr. José Luiz


TEXTO: MATEUS 16:24

Jesus fala isso aos seus discípulos:

  1. Negue-se a si mesmo

  2. Tome a sua cruz

  3. Siga-me

O que é tomar a sua cruz ?
O eu e a cruz não se dão muito bem, pois não há como carregar a cruz sem negar o eu. Sem a cruz a vida não tem sentido.

Sociedade edonista – Onde o prazer é a prioridade, é levar vantagem em tudo, onde as pessoas é um produto, objeto de consumo, onde as pessoas amam as coisas e usam as pessoas.
E falar de cruz é algo que ninguém quer falar. O que para você é carregar a sua cruz?
Marido bêbado? Filho viciado? Vizinho barulhento? Emprego? Doença? Parente?
Tudo que é sofrimento você fala que é a sua cruz que você tem que carregar.

E aí você diz, ai Jesus isso é a minha cruz que tenho que carregar.

Nós tornamos a cruz sinônimo de sofrimento.
Mas a vida sem a cruz de Cristo não tem sentido, e a cruz de Cristo é diferente da nossa cruz, pois a cruz de sofrimento foi a cruz que Jesus carregou, na sua cruz Jesus carregou o nosso pecado, o nosso sofrimento, a nossa maldição, as nossas dores.
A nossa cruz é diferente disso tudo, na cruz de Cristo, Jesus dize as sete útimas frases onde aprendemos o que é carregar a nossa cruz.
De que cruz estamos falando?
Carregar a cruz é o projeto de vida que Deus tem para todo o Cristão.

1 – CARREGAR A CRUZ É PERDOAR
(Lucas 23:34) “Jesus, porém, dizia: Pai perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”
Temos que ter o compromisso de oferecer sempre o perdão, carregar a cruz é aprender a leberar o perdão, a ausência de perdão é egoísmo, soberba, e produz desejo de vingança, amargura. Perdoar também é obedecer a Deus.

2 – CARREGAR A CRUZ É SABER QUEM VOCÈ É EM JESUS
(Lc 23:43)
"Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso"
Jesus se deixa crucificar pela salvação dos perdidos.
Jesus se deixa crucificar para nos abrir o caminho e as portas do Céu.

3 – CARREGAR A CRUZ É SE IMPORTAR COM A NECESSIDADE EMOCIONAL DO OUTRO.
(João 19:26,27) Ora, Jesus, vendo ali sua mãe, e ao lado dela o discípulo a quem ele amava, disse a sua mãe: Mulher, eis aí o teu filho. Então disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa.
Maria perde o filho, João perde um amigo, e Jesus aproxima os dois para suprirem a necessidade emocional um do outro, Jesus está ensinando que cada um tem que se preocupar com a necessidade emocional do próximo. É saber que o outro tem emoção, que é sensível.
Não permita que as lembranças do passado lhe sufoquem as emoções porque Jesus sabe o que é isso e vai lhe ajudar.

4 - CARREGAR A CRUZ É CONTINUAR FIRME MESMO DIANTE DAS DORES
(MT 27:46) Cerca da hora nona, bradou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lamá sabactani; isto é, Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?
É saber que Deus permite a dor em nossa vida.
Se você alguma vez já se sentiu desamparado por Deus, bem vindo ao time, porque Jesus também já se sentiu assim “tá doendo mas mesmo assim vou continuar firme” É dizer
“Deus com dor ou sem dor estou na sua presença porque não há lugar melhor para estar”

5 – CARREGAR A CRUZ É SE IMPORTAR COM AS NECESSIDADES DO OUTRO
(JO 19:28)
Depois, sabendo Jesus que todas as coisas já estavam consumadas, para que se cumprisse a Escritura, disse: Tenho sede.
É sentir amor pelos outros, é ser solidário, só orar pelos outros não basta.

6 – CARREGAR A CRUZ É PERSEVERAR
(Jo 19:30) "Está consumado"
É terminar o que começou é não desistir

Aquilo que Deus te deu para fazer, faça-o, termine-o.

Pois tem gente que nunca termina o que começou.

7 – CARREGAR A CRUZ É SE RENDER COMPLETAMENTE A DEUS
(Lc 23:46) "Pai nas Tuas Mãos entrego o Meu Espírito"
Porque a nossa vida só faz sentido se ela estiver totalmente entregue a Deus, se você estiver na presença de Deus e se Deus estiver com você, é ter vida íntima com Deus.

7ª Semana: Orem por estas pessoas


Equipe de Coreografia

Marilene
Esposo: Heverton
Filha: Amanda

Michelle, Micaelle
Mãe: Damaris, Pai: Ivanildo
Irmão: Wallace

Thamires
Mãe: Lucia, Pai: Osawaldo
Irmãs: Vanessa e Andressa

Camila
Mãe: Dagmar , Pai: José Luiz
Irmão: Yuri e Avó

Larissa
Mãe: Madalena

Priscila
Mãe: Edna Pai: Genildo
Irmão: Gabriel

Inativos
Daiane, Dejaina e Danielle

Protegendo-se da culpa - parte 2


1. O Gigante Invisível
Presbítero Heverton Agnelli

A culpa é um gigante com curiosos poderes. É o gigante mais invisível e o mais pesado de todos. Há pessoas a nossa volta sendo lentamente esmagadas e sufocadas pelo gigante da culpa. Ele mata devagar, mais com requintes de crueldade. Pense em Judas, enforcado, a grávida que aborta o filho e carrega esse remorso pelo resto da vida. Vamos contar a história de Davi.

Davi governava a maior nação do mundo. Não era apenas um Rei ungido por Deus, era também o escolhido pelo povo. Outrora, fora um desconhecido pastor de ovelhas, agora era o homem mais importante do mundo.

Ele cantava muito bem e tocava instrumentos musicais, dançava com talento, era herói militar e conquistador de exércitos. Davi tinha um coração de artista, a alma de um sacerdote, a mente de um filósofo e o corpo de um guerreiro. Mais a meia-idade, Davi acabou encontrando um inimigo terrível, estava entediado e inquieto. Precisava de um novo gigante para derrotar. Infelizmente, encontrou um inimigo que lhe tirou o que tinha de melhor.
(2ºSm 11.1-5) A bíblia diz que Davi se encontrava ocioso em seu castelo, andando pelo terraço da casa real viu uma mulher se banhando e começou a cobiça-la. Tudo isso resultou, é claro, em ato de adultério que rapidamente abriu caminho para o remorso. Mandou a mulher para casa e tentou prosseguir a vida. Mas o incidente se transformou em pesadelo quando descobriu que ela estava grávida. Todos sabiam que seu marido voltaria da guerra, Davi percebeu que sua moral como rei ungido do Senhor logo se desgastaria se a verdade viesse à tona. Davi optou por uma solução que transformou a transgressão em tragédia. Tentou mandar o marido de Bete-Seba de volta para casa, mas ele se negou a ir. Foi então que Davi o envia para a morte. Davi escreve um bilhete, no qual dizia que Urias deveria ser enviado para a linha de frente, no combate mais sangrento, depois deveria ser abandonado pelas tropas e deixado lá para morrer. Isso deixaria uma viúva grávida que poderia casar-se rapidamente. Assassinato e intriga se adicionaram ao adultério. Davi conhecia a gravidade de suas ações. O Salmo 51 mostra a dor da culpa e o 32 mostra a resolução e a renovação. Os dois salmos vão nos revelar uma jornada intrigante de Davi, um legado de silêncio, mágoa e segredo, tudo marcado pela culpa.

Para refletir:
Você se culpa pela perda de algo ou de alguém?

Palavra do Poderoso Deus:
Confesse, se entregue, renuncie ao pecado, não seja refém da culpa.

Protegendo-se da culpa - parte 1


Presbítero Heverton Agnelli
Roberto tinha tudo para ser o campeão daquela corrida Havia se preparado toda aquela temporada por aquele momento. Roberto nascera numa família pobre do Rio de Janeiro. A casa era pequena, e ele sentia vergonha das roupas rasgadas que possuía. Mas aos quinze anos, Roberto havia encontrado em seus pés a chave para seus problemas, percebeu que seu corpo fora feito para a velocidade. Corria como o vento. Esse dom havia dado um ingresso para os jogos olímpicos juniores. Se corresse bem, seus sonhos poderiam se realizar. Até que aconteceu um problema, ele começou a pensar em suas roupas velhas, e em sua condição pobre, que comparada aos demais competidores era uma lastima. Como ele poderia andar maltrapilho entre os melhores competidores do mundo?

Na noite anterior à partida para os teste, Roberto sentou-se abatido em sua cama e começou a arquitetar um plano que mudaria a sua vida. Era o plano perfeito, pelo menos aos seus olhos. Ele conhecia um velho senhor, dono de um mercadinho em seu bairro. Invadiu o mercadinho antes de ser aberto, se escondeu atrás da porta e esperou por seu Nivaldo. O plano era roubar um pouco de dinheiro do velho e comprar roupas novas. Mascarado ninguém saberia que foi ele, sem contar que a intenção era só desmaiar o velho homem. Seu Nivaldo se aproxima a passos lentos, abre a porta e por algum motivo, Roberto que estava escondido, fez um barulho que acabou sendo ouvido por seu Nivaldo, que se vira e acaba assustando a Roberto. Roberto não estava preparado para um confronto face a face. Estava tudo errado, e ele entrou em pânico. Golpeou a cabeça de seu Nivaldo e o deixou cair no chão. Em seguida, enfiou a mão em seu bolso e lhe roubou cento e quarenta reais, deixando o homem inconsciente. Naquela tarde Roberto estava à caminho dos jogos olímpicos juniores. Não sabia que seu Nivaldo fora levado de ambulância para o hospital e que morreria naquela mesma noite. No dia seguinte, ficou sabendo de tudo. Foi o inicio do seu pesadelo.

A atuação de Roberto nas seletivas foi uma decepção. A competição estava encerrada e era hora de voltar para casa.

De volta a seu bairro no Rio de Janeiro, Roberto tentou retomar a vida do ponto em que havia parado. Sempre foi muito querido na escola. Mas agora não estava nada bem , nada era como antes. Havia sempre o segredo que o isolava. Tinha que encarar: era um assassino inconfesso.

Sua atenção nas pistas acabou. As boas notas de antigamente despencaram. Não conseguia escapar do terrível caos mental, a não ser com o álcool, seu mais novo amigo. Roberto nunca teve o costume de beber, agora bebia, sempre que possível e tanto o quanto podia, procurando na bebida tentar esquecer o fato de ser culpado pela morte de Nivaldo.

De algum modo ele conseguiu terminar o ensino médio. Pensou que se tentasse tocar a vida, conseguiria um dia esquecer o que aconteceu. Namorou e se casou. Casamento este que durou três anos, terminando com um divórcio e deixando uma filha de dois anos de bom e mais nada. Sua esposa não entendia o humor pessimista e mórbido do marido. O que aconteceu com o antigo Roberto que ela amava? Finalmente, a esposa preencheu os papeis do divórcio, arrumou as coisas, pegou a filha e foi embora.

Roberto tinha poucas opções. Em pouco tempo voltou para a casa dos pais. Mas ele e o pai não se davam muito bem. Por isso, afundou-se ainda mais na bebida. Tentou então outras alternativas: mudar de cidade, novos empregos, novos começos. Quando um dia se depara no olhando no espelho, já havia se passsado muito tempo, agora ele tinha um rosto sombrio de trinta anos, não restara nada daquele atleta de quinze anos. Começou a vagar pelas ruas da cidade como um louco, dizendo palavras amargas a si mesmo. O assassinato, tanto anos atrás, estava nos arquivos da polícia, sem solução. Ninguém suspeitava da identidade do bandido, todos haviam esquecido. Todos, exceto ele. Roberto já não agüentava mais viver com aquela culpa, tentou se matar. Não teve coragem. Então tomou outra decisão mais assustadora do que o suicídio. Resolveu se entregar a policia. Era melhor do que continuar tentando viver com a culpa.
Para refletir:
Você também tem vivido prisioneiro da culpa? Tem se afastado de Deus, da obra, da igreja e das pessoas, porque a culpa tem sido um fardo?

Palavra do Poderoso Deus:
Não cale os seus pecado, confesse-os para que Deus lhe dê vitória (Sl 32.3-5).